Israelitas descobrem meio para conter tumor cerebral

Israelitas descobrem meio para conter câncro

  •   Pesqusia realizada em Universidade desenvolve droga que pode conter tumor cerebral.
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     : mfa
    Regina Golan-Gerstl, Ph.D - Rotem Karni, Ph.D
     
     
     
    Pesquisador Rotem Karni do Instituto de Pesquisa Médica Israel-Canadá, da Universidade-Hadassah Medical School em Jerusalém descobre droga promissora contra forma particularmente letal de câncro de cérebro.
    A bioquímica pós doutora Regina Golan-Gerstl, já havia identificado proteína genética, chamada de “splicing fator hnRNP A2/B1” – responsável na propagação do glioblastoma, o tipo mais comum e agressiva de câncro no cérebro em adultos. Ela e sua equipe apresentou a descoberta inovadora na Associação Americana para Pesquisa do Câncer – Revista Câncer Research, em 2011.
    O fundo de investigação de Câncro  em Israel apoio a pesquisa e  concentra-se em como usar o que aprenderam para desenvolver uma droga para curar glioblastoma, o mais comum e mais letal dos tumores cerebrais primários malignos em adultos.
    Tumores glioblastoma são quase impossíveis de remover com cirurgia, e raramente respondem completamente à quimioterapia ou radioterapia. Apenas cerca de 10% dos pacientes com glioblastoma vivem cinco anos ou mais após o diagnóstico. A taxa média de sobrevivência, mesmo com a intervenção médica, é pouco mais de um ano.
    "Nós desenvolvemos algumas moléculas que podem inibir a produção desse gene", diz Karni.
    Em colaboração com os médicos de Hadassah Ein Karem-Medical Center, Karni e seu laboratório está testando o valor diagnóstico deste gene em pacientes cérebro-câncer. Ele explica que, olhando para o nível de hnRNP A2/B1 pode servir como uma descoberta sem precedentes para prever a sobrevida das pessoas com tumores de glioblastoma, e poderia ajudar os médicos a formular o plano de tratamento mais eficaz para cada paciente.
    Porque é tão frequentemente mortal, o glioblastoma foi escolhido como o primeiro tumor cerebral a ser seqüenciado como parte de The Cancer Genome Atlas, um esforço para mapear os genomas de muitos tipos de câncer. Como resultado deste projeto, os pesquisadores descobriram que glioblastoma tem quatro subtipos genéticos distintos que respondem diferentemente às terapias agressivas, tornando o tratamento extremamente difícil e desafiador.
    A descoberta israelense tem o potencial de iluminar muito esse quadro sombrio.
     
     
     
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