IDF recruta jovem Ugandesa

IDF recruta jovem descendente de Uganda

  •   Recrutas juram lealdade no templo, em  jerusalém
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     "meu avô me ajudou a entender que estou trabalhando para servir o meu país como cidadã israelita," confessou-nos com orgulho
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    Or Meidan
     
    O Kotel, localizado no coração de Jerusalém, é um lugar sagrado e especial para muitos. Foi neste lugar que o IDF ( Israel defense forces)  ecolheu para realizar a cerimônia de juramento dos novos recrutas do batalhão de defesa aérea. Cento e cinquenta soldados valiosos têm a honra de jurar lealdade ao IDF no templo.
    Em breve irão treinar para aprender a manobrar o sistema de defesa de mísseis de cúpula de ferro.
     
    Or Meidan, destaca-se entre os novos recrutas, emigrou para Israel com sua família de Uganda em 2011. "Durante a operação, Pilar Defensivo, vivíamos no  kibutz Yad Mordejai,"  diz ela, recordando seus primeiros dias no país. "Sobre as nossas cabeças voavam mísseis lançados da faixa de Gaza, sob comando do Hamas ".
     
    Ao chegar em Israel, Meidan tinha planejado terminar seus estudos universitários, porém sua experiência durante a operação serviu de inspiração para tomar um rumo completamente diferente. Ela decidiu seguir os passos do padrasto israelita e juntar-se ao IDF "meu avô me ajudou a entender que estou trabalhando para servir o meu país como cidadã israelita," confessou-nos com orgulho.
     
    Em primeiro lugar, sua decisão de se alistar causou algumas preocupações. "Fui a primeira em Mijve Alon onde eu fiz um curso em Hebraico," diz ela, referindo-se a formação de base projetada para novos imigrantes. Depois de melhorar seu Hebraico, derigiu –se  ao comando de defesa aérea, onde se juntou a um grupo de soldados para operar o sistema de cúpula de ferro. Ela imediatamente entendeu a importância de seu posto que lhe permitiria proteger civis israelitas da mesma ameaça de foguetes que atormentava sua família e amigos durante a operação de Pilar Defensivo.
     
    "Ter crescido em Uganda não foi particularmente difícil. Sempre fui muito dedicada a minha escola e ao trabalho e apreciava constantemente o aprendizado de  coisas novas. "  confessa Meidan. "No entanto nunca imaginei  algo tão desafiador ou tão reconfortante como meu dia a dia no IDF", acrescentou. Seu objetivo é tornar-se comandante de uma bateria de cúpula de ferro e transmitir aos outros a importância de salvar vidas e proteger os cidadãos israelitas.
     
    Por enquanto a soldado Meidan não é judia, mas tem intenções de participar do Nativ, um curso de soldados que desejam se converter ao judaísmo. "Eu sou cidadã israelita, e estou muito orgulhosa do trabalho que faço no exército, ainda  assim, converter  - me ao judaísmo continua a ser, para mim,  um passo a dar," diz  emocionada.
     
    Fonte: IDF