Nº 18 - Newsletter

  •    

     

    Newsletter

    Embaixada de Israel no Brasil

    Ano I - Nº 18 – Brasília/DF, Sexta-feira, 18 de maio de 2012

    ▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀▀

     

     

    Filme israelense na Embaixada da Polônia

     

     

    Aviva, meu amor

     

    A Embaixada da Polônia e a Embaixada de Israel exibiram uma sessão especial do filme israelense "Aviva, Meu Amor", na Sala de Cinema da Embaixada da Polônia na última quinta-feira, 17 de maio, às 19h.

     

    No ano passado, a Embaixada da Polônia encerrou o funcionamento do Clube do Cinema Europeu em sua sede. No entanto, a intenção é dar continuidade à exibição dos filmes na Sala de Cinema da embaixada. Em parceria com outras embaixadas, uma vez por mês, às quintas-feiras selecionadas e sempre às 19h, serão apresentados filmes do mundo inteiro num ciclo chamado Clube de Cinema.

     

    O drama de Shemi Zarhin foi realizado em 2006, em Israel. No elenco, Asi Levy, Rotem Abuhav, Dror Keren e Levena Finkelst, com música de Yonathan Bar Giora e classificação indicativa para 14 anos.

     

    Sinopse:

     

    Aviva, uma cozinheira de hotel, trabalha na cidade de Tiberíades, no norte de Israel, e está à beira de finalmente realizar o sonho da sua vida. Durante anos ela manteve suas habilidades de escritora em segredo, até que sua irmã, Anita, a apresenta para Oded, um escritor renomado. Ele imediatamente reconhece o talento de Aviva, prometendo ajudá-la a alcançar a grandeza. Mas a jornada é grande para alcançar o sonho da sua vida - o marido desempregado, filhos com problemas e sua mãe é instável. Quando Aviva descobre que Oded possui outros planos para seu trabalho, seu mundo desmorona.

     

    ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

     

    Israel quer atrair 120 mil

    turistas brasileiros em 2014

     

    O Ministério do Turismo de Israel quer atrair cada vez mais o interesse dos brasileiros em conhecer a história, as tradições e a cultura do país. A meta é levar até 2014, cerca de 120 mil brasileiros, o dobro do número registrado em 2011, de 60 mil brasileiros. A informação é do diretor-geral do Ministério do Turismo, Noaz Bar Nir, que recebeu jornalistas para uma coletiva em São Paulo.

     

    "Entre 2008 e 2011, duplicamos o número de turistas do Brasil em viagens para Israel e nos preparamos para duplicá-lo novamente, pois vamos incrementar nossas ações aqui no país, com ampliação do staff, maior atenção às operadoras de turismo e às agências de viagens e maiores investimentos em publicidade", explica Bar Nir.

     

    O Ministério do Turismo de Israel no Brasil nomeou a carioca Suzan Klagesbrun como cônsul de Turismo para o Brasil. Suzan vive há 34 anos em Jerusalém. "Vamos incrementar nosso relacionamento com o trade e estamos fazendo uma concorrência para escolher uma agência de propaganda local. A publicidade tem de ter a cultura brasileira e falar a nossa língua para mostrar Israel", adianta Suzan.

      

    O executivo também elogiou o trabalho realizado pela diretora de Marketing do Ministério do Turismo, Cleo Ickowicz, que, segundo ele, faz um importante trabalho para estimular o turismo de brasileiros em Israel.

     

    Recorde de visitantes

     

    Em 2011, Israel quebrou o recorde no número de visitantes estrangeiros: cerca de 3,5 milhões; e dos 60 mil brasileiros incluídos nesse total, 60% viajaram em grupos e 40% foram em viagens individuais. "Grande parte é de peregrinos cristãos, das mais variadas denominações, que têm como objetivo maior visitar roteiros e lugares associados à vida de Jesus."

     

    De acordo com o Ministério do Turismo israelense, o turista brasileiro fica entre sete e 12 dias no país e gasta perto de US$ 1,3 mil por estadia - exceto o gasto com passagem aérea.

     

    Fonte: http://www.brasilturis.com.br/noticias.php?id=1360&noticia=israel-quer-atrair-120-mil-turistas-brasileiros-em

     

     

    ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

     

     

    Experimente o melhor da

    gastronomia israelense

     

    A cidade de Tel Aviv é conhecida por sua única população diversificada, a cultura e seus restaurantes. Milhares de turistas e israelenses são esperados para o 16º Festival de Sabores, que acontece entre 14 e 17 de maio, no Parque Yehoshua Ganei. O evento é destaque no calendário dos amantes de comida com dezenas de restaurantes tops de Israel apresentando seus pratos mais famosos a preços especialmente reduzidos e demonstrações de culinária dos chefs.

     

     

     

     

     

    Além da vasta gama de delícias culinárias disponíveis, haverá atividades especiais para crianças, incluindo um workshop sobre a preparação de “ratinhos” de chocolate e uma demonstração da ciência na cozinha, abrindo uma janela para o mundo da cozinha molecular. A vasta gama da gastronomia em exposição presta homenagem ao grande caldeirão que é Tel Aviv, acolhendo pessoas de todos os cantos do globo, cada um com sua própria cozinha tradicional.

     

     

     

    ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

     

    "O empreendedor precisa de problemas"

     

    Istoé Dinheiro entrevista Saul Singer, autor do livro Nação Empreendedora

     

    A experiência empreendedora de Israel, que se tornou uma referência mundial na área de start-ups, pode ser muito útil ao Brasil.

     

    Por João VARELLA

     

     

    Saul Singer, autor do livro Nação empreendedora.

     

    Não se trata de copiar o modelo israelense de fomento a empresas iniciantes, mas sim de entender como se deu esse processo naquele país e identificar o caminho a ser seguido para avançar ainda mais no setor. Nesse ponto, segundo Saul SINGER, jornalista americano que mora em Israel desde 1994, coautor do livro Nação empreendedora (Editora Évora), os brasileiros têm uma vantagem: a energia criativa, algo incomum e fundamental para o empreendedorismo. A obra, lançada aqui em 2011, mostra de onde vem o poderio empreendedor de Israel, que é, depois dos EUA, o país com o maior número de empresa na Nasdaq, a bolsa de valores da tecnologia. Em visita a São Paulo, SINGER concedeu entrevista à DINHEIRO, na qual ele analisa as condições que podem fazer do Brasil um celeiro de start-ups.

     

    DINHEIRO – Qual a avaliação do sr. sobre o ambiente de negócios no Brasil?

    SINGER – O brasileiro tem uma tremenda energia criativa. É difícil de descrever, mas é fácil de sentir essa energia. Você a vê na música, no esporte, na arte, nos bares, nas ruas, na dança e em vários momentos do dia a dia do brasileiro. Vocês acham que isso é uma coisa comum, mas escute bem o que eu estou dizendo: não é. Vários países desenvolvidos adorariam ter essa energia. A criatividade faz parte do processo de inovação. As pessoas confundem e acreditam que inovação é uma questão meramente tecnológica. A inovação tem a ver com entender o que os consumidores querem, contar histórias, design, música, alma... Enfim, o ambiente aqui é vibrante. Os empreendedores precisam de grandes problemas. A definição de um empreendedor é que ele enxerga uma oportunidade onde a maioria vê um problema. E o Brasil tem muitas oportunidades.

     

    DINHEIRO – O que o governo poderia fazer para estimular essa energia criativa?

    SINGER – A meta do governo deveria ser a seguinte: sair do caminho dos empreendedores, deixá-los fazer o que sabem fazer, entender quais são os problemas deles e parar de colocar obstáculos.

     

    DINHEIRO – É mais fácil ser empreendedor em Israel?

    SINGER – Como regra, é muito difícil ser um empreendedor. E isso vale para todo o planeta. Aquele que empreende sempre tem uma grande ideia, que a maioria das pessoas definiria como frouxa ou muito arriscada. Esse alerta tem um fundo de verdade, pois muitas start-ups falham. Os empreendedores têm que passar por essa resistência, mas também não é só uma questão de ser apenas teimoso ou esperto. A diferença de um empreendedor para alguém com apenas uma boa ideia é a persistência, a coragem de assumir riscos e capacidade de fazer. Israel tem um ambiente amigável para empreendedores. Lá, eles são também uma pequena fração da população. O diferente é a compreensão das pessoas. Não é vergonhoso falhar.

     

    DINHEIRO – Que fator é mais importante para Israel ser bem-sucedido nesse processo?

    SINGER – Um conceito-chave a ser observado é que inovação não é só uma ideia. É também fruto de dois outros ingredientes: determinação e disposição de arriscar. Grande parte do livro é dedicada a explicar por que Israel tem mais desses ingredientes do que outros lugares. Diria que os três principais fatores são: 1) o país inteiro é uma start-up. Foi necessário muita força de vontade, tomar decisões arriscadas e determinação para que Israel virasse um país; 2) é uma região de imigrantes, que, por sua vez, são muito determinados e capazes de assumir riscos; 3) o Exército, e isso pode soar um pouco estranho. Israel é exposta à alta tecnologia por causa da questão militar. É comum um israelense sair do Exército e usar essa experiência para criar uma empresa. Há também um impacto cultural. Nas Forças Armadas, as pessoas aprendem a trabalhar em equipe, a lider! ar e a cumprir missões.

     

     

    As Forças Armadas foram importantes para disseminar

    o empreendedorismo em Israel.

     

    DINHEIRO – Na América Latina, o Exército ainda tem sua imagem vinculada às ditaduras militares e sofre restrições de parte da opinião pública. Isso poderia comprometer o empreendedorismo de um país como o Brasil, por exemplo?

    SINGER – No Brasil, dificilmente o Exército teria o papel de estimular a inovação. Na verdade, não indicamos isso para outros países, nem gostaríamos que fosse assim para nós mesmos. Não desejaríamos estar em meio a esse conflito e gastar tanto dinheiro no setor de Defesa. Cada país tem seu caminho para inovação e isso tem de ser feito pela sua própria força, cultura e história. Mesmo Israel vai ter de aprender um novo caminho. Um dia o país vai parar de receber tantos imigrantes, menos pessoas vão servir ao Exército. Todo país tem de pensar no que faz melhor do que os outros. Talvez a vocação de um seja a tecnologia, mas não se dê tão bem em outras áreas, como marketing, vendas, administração e atendimento ao consumidor. O Instagram, por exemplo, não teve grande inovação tecnológica. Foi mais uma questão de design.

     

    DINHEIRO – O Instagram foi comprado por US$1 bilhão pelo Facebook. O que o sr. pensa desse negócio?

    SINGER – Para o Facebook, o Instagram valia isso porque o compartilhamento de imagens é central para a rede social. E foi o valor de US$ 1 bilhão que levou Kevin Systrom, o criador da empresa, a vendê-la. Normal.

     

    DINHEIRO – Os EUA também são amigáveis para os empreendedores?

    SINGER – Muita gente fala isso, mas as start-ups basicamente surgem de uma subcultura chamada Vale do Silício, que tem uma atmosfera bastante parecida com a de Israel.

     

    DINHEIRO – Que outras nações são boas para empreender?

    SINGER – Não consigo apontar nenhum outro país inteiro que tenha as mesmas condições. Há algumas regiões aqui ou ali, como Boston e Nova York, nos Estados Unidos, Berlim, na Alemanha, e Londres, na Inglaterra. Em breve boas novidades devem vir da China, Índia e, talvez, do Brasil. Pode ser até que já haja start-ups nesses países em desenvolvimento, só que fora do radar dos investidores.

     

    DINHEIRO – Como entrar de vez no radar dos investidores?

    SINGER - Há um processo natural em cada lugar. Israel também ficou fora do radar, no começo dos anos 1990. O que pode ajudar são histórias de sucesso. Elas são muito importantes tanto para chamar a atenção de pessoas do Exterior quanto para legitimar as demandas dos empreendedores.

     

    DINHEIRO – Haveria sinergia em uma parceria Israel-Brasil?

    SINGER – Acredito que o Brasil dê muita abertura a Israel. A melhor coisa a fazer é reunir as forças de países distintos. Quando diferentes culturas são combinadas, o resultado é inovação. Com dois países, você consegue se beneficiar da força de cada um.

     

     

    O Facebook, rede social de Mark Zuckerberg, comprou a

    start-up Instagram por US$ 1 bilhão.

     

     

    DINHEIRO – O que as empresas brasileiras poderiam aprender com as israelenses?

    SINGER – Há um tipo de técnica universal para start-ups que vale tanto para Israel como para o Vale do Silício, que é um processo de aprendizado constante. Você descobre que precisa estar focado no problema certo, não só na solução. Aprende a entender o mercado e os seus rumores, a cometer erros e a consertá-los rapidamente, para logo depois vir com novas ideias.

     

    DINHEIRO – O sr. menciona no livro que a China não tem um ambiente de hostilidade contra os judeus, o que estimula convênios com Israel. Isso faz o ambiente de negócios chinês realmente atrativo? Como enfrentar as dificuldades de liberdade de expressão?

    SINGER – Não vou entrar no assunto das atribulações históricas entre judaísmo, islamismo e cristianismo. A diferença é que o Oriente não faz parte desse círculo. A China é fascinante porque é um exemplo pouco comum de Estado, com governo centralizador e, mesmo assim, com um mercado em tremenda atividade. Geralmente, governos fechados têm problemas com economias vibrantes.

     

    DINHEIRO – Como frear a tão temida fuga de cérebros?

    SINGER – Só há um meio de lidar com isso: tornar-se tão atraente que não tenha importância se a pessoa sair do País. Com isso, a fuga de cérebros vira uma circulação de cérebros. Pessoas vão e voltam o tempo todo. Em Israel, o setor de tecnologia ficou tão forte que muitos vão para o Vale do Silício e depois voltam. O processo de circulação é bom para o país, pois as pessoas trazem novas ideias e inquietações. Só é ruim se o processo for de mão única.

     

    DINHEIRO – Alguma start-up chamou sua atenção recentemente?

    SINGER – São tantos bons exemplos vindos de países tão diferentes que seria injusto listar uma ou algumas. Daqui a dez ou 20 anos, o lugar de onde surgem as start-ups vai mudar bastante. Não sei qual país vai ser líder, mas, em vez de termos dois grandes polos, ou seja, Estados Unidos e Israel, haverá criações em todos os lugares. Israel e o Vale do Silício terão que trabalhar duro para ficar no topo.

     

     

    Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br/entrevistas/83724_O+EMPREENDEDOR+PRECISA+DE+PROBLEMAS

     

     

    ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

     

     

    Deliciosa Galileia

     

    Revista do Correio (Braziliense) entrevista Ina Gracindo, autora do livro Rota do Oriente, viagem gastronômica pela Galileia.

     

    A culinária israelense ganhou sofisticação e um sabor especial na última década. Frutas, legumes, peixes e azeite são fartos na mesa da região

     

    Maria Fernanda Seixas

     

     

    Tendo como pano de fundo uma situação nacional turbulenta, a gastronomia israelense se desenvolveu conforme as necessidades do povo. Assim, o papel imediato da culinária israelense era mesmo o de alimentar. Os prazeres da boa mesa — nos limites de um território que goza de influências mediterrâneas, judaicas e árabes — eram pouco explorados. Eram. Há pouco mais de 10 anos, um movimento em prol da formação de uma nova identidade gastronômica ganhou força no país e fama no exterior. A nova cozinha israelense é das pedidas mais descoladas do momento — o tipo de restaurante que causa filas de espera monstruosas no Meatpaking district de Nova York. Ou seja, é a it food da vez.

    A pesquisadora e chef diplomada pela Cordon Vert School, Ina Gracindo, viveu dois anos de sua adolescência em Israel, onde morou num kibutz. As lembranças das refeições são todas muito negativas. “A comida é o reflexo da história de um povo, de sua opulência ou miséria, de seus tratados de guerra ou paz… e aquela comida que conheci e que predominou por muitos anos falava de um país onde a contenção foi palavra de ordem por um longo tempo. A verdade é que nos últimos 10 anos em que retornei a Israel, pude observar uma mudança radical em curso”, conta.

    Em resumo, a mistura das influências judaicas, da já tão bem estabelecida gastronomia árabe, de técnicas culinárias de todo o mundo e de entusiastas cheios de criatividade estão mudando o conceito alimentar de toda uma geração no Estado de Israel, explica Ina. Dentro dessa revolução, a Galileia está para os Israelenses assim como a Toscana está para os italianos. É lá o grande polo gastronômico, em franco em florescimento. “Antes ninguém fazia turismo para Jerusalém ou Nazaré pensando em gastronomia. Pensavam em tudo, menos na comida. Hoje, tem gringo indo para aprender a culinária deles. É uma mudança muito especial”, afirma.

    Por lá, reinam as frutas, os legumes, verduras, e muitos, muitos peixes oriundos de águas mediterrâneas. O tradicional cuscuz. Pimentas como a harissa, tomilho, orégano, alecrim, canela e muito azeite. Figos, tâmaras, gergelins e diversos tipos de mel. “Em Israel, a berinjela é o nosso feijão. Ela aparece em tudo. Por lá, tem até um ditado, segundo o qual se uma moça não conhecer pelo menos 49 receitas de berinjela, ela não serve para o casamento”, diverte-se. Em Brasília, não existe nenhum restaurante dedicado exclusivamente a nova culinária israelense. Quem se interessar pelo tema, pode procurar o livro lançado pela chef (Rota do Oriente, viagem gastronômica pela Galileia — Ed. Casa da Palavra) com receitas e descrições saborosas sobre essa nova gastronomia.

     

    Serviço:

    Rota do Oriente, viagem gastronômica pela Galileia. Autora: Ina Gracindo. Editora Casa da Palavra.

     

    Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/revista/2012/05/13/interna_revista_correio,301794/deliciosa-galileia.shtml

     

     

    ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

     

     

    Missão econômica de Israel

    no Brasil faz reunião no Paraná

     

    O Cônsul Geral de Israel, Ilan Sztulman, esteve em audiência nesta quarta-feira (9), na Secretaria de Estado para Assuntos da Copa do Mundo 2014, em Curitiba, acompanhado do Cônsul para Assuntos Econômicos, Roy Nir, e do Conselheiro da Federação Israelita do Paraná, Isac Baril. O consulado apresentou uma série de programas e sugestões para as áreas de segurança, sustentabilidade e tecnologia da informação.

     

    Ilan Sztulman falou sobre futuras parcerias e investimentos no estado. “Estamos abrindo uma Câmara de Comércio em Curitiba e queremos investir no Paraná, fazendo parcerias com as empresas locais, além de abrir um leque de opções para a realização da Copa 2014”, disse o Cônsul Sztulman.

     

    “Pretendemos realizar um mini-dia de tecnologia em Curitiba, fazendo uma demonstração de nossa potencialidade. Nós representamos o Ministério da Indústria, Comércio e Trabalho de Israel, na Embaixada e Consulado Israelense. Nosso objetivo é aproximar a indústria israelense do mercado brasileiro por meio de parcerias estratégicas”, afirmou o Cônsul Roy Nir.

     

    Representando a secretaria da Segurança, o Major Bombeiro Nelson Ademar Piske fez um relato das ações desenvolvidas pelo Governo do Estado na área da segurança e os projetos que visam a Copa 2014. “Estamos focando em cursos de capacitação de profissionais na área de segurança, além do setor de comunicação, na preparação de um novo Centro de Comando”, afirmou.

     

    “A tecnologia de Israel nesta área de segurança pública é uma referência mundial, com dezenas de empresas altamente capacitadas, que vão de armamentos até soluções de crises, passando por segurança de transporte, infraestrutura crítica, inteligência, megaeventos, sistema biométrico e gestão de investigação. A presença da delegação de Israel em nossa cidade é muito importante para debater estas questões, com foco no mundial de 2014”, disse o secretário Mario Celso Cunha.

     

     

    Curitiba. Secretário da Copa recebeu o Cônsul Geral de Israel e o major

    Nelson Ademar Piske, representando a secretaria da Segurança Pública.

     

     

    Curitiba. Secretário da Copa recebeu o Cônsul Geral de Israel e o major

    Nelson Ademar Piske, representando a secretaria da Segurança Pública.

     

    Fonte: http://www.copa2014.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=554&tit=Missao-economica-de-Israel-no-Brasil-faz-reuniao-no-Parana

     

     

    ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

     

     

    Sugestões ou comentários? Envie-nos um e-mail para: info@brasilia.mfa.gov.il | Web http://brasilia.mfa.gov.il 

     

     

    =========================

    Tenham todos um ótimo fim de semana

    e

    Shabat Shalom!

    =========================

     






    ---
    You are currently subscribed to mfa-brasilia as: hasbara@brasilia.mfa.gov.il.
    To unsubscribe send a blank email to leave-556932-112025.9d9d707d6d7fbe4083b648d801f3d597@maillist.tehila.gov.il



    ************************************************************************************
    This footnote confirms that this email message has been scanned by
    PineApp Mail-SeCure for the presence of malicious code, vandals & computer viruses.
    ************************************************************************************

  •  
     
  •