11 Quebrar do Cessar Fogo pelo Hamas

11.º Quebrar Cessar-Fogo pelo Hamas

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    11 quebrar do cessar-fogo pelo Hamas 11 quebrar do cessar-fogo pelo Hamas : IDF
     
     
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    ​Os rockets disparados, no dia 19 de Agosto, contra Israel foram uma grave violação do cessar-fogo. Este é o décimo primeiro cessar-fogo que o Hamas rejeitou ou quebrou. No seguimento de renovados disparos de rockets, as Forças de Defesa de Israel reagiram e atacaram alvos terroristas em Gaza. 

    Israel não irá negociar sob fogo. As conversações no Cairo tinham como premissa a cessação de todas as hostilidades. A equipa de negociação Israelita foi chamada de volta a Israel como resultado dos disparos de rockets.
     
    As Forças de Defesa de Israel continuam destacadas e preparadas para qualquer eventualidade.
     
    Até dia 20, desde que o Hamas quebrou o cessar-fogo mais de 213 rockets foram disparados contra Israel; 162 atingiram o solo (em zonas não habitadas), 35 foram interceptados (por constituirem ameaça real aos cidadãos de Israel) e 16 cairam na Faixa de Gaza.
     
  • O Conflito com o Hamas

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    ​1. O Hamas violou de forma flagrante o cessar-fogo, na terça-feira 19 de Agosto, apesar das negociações no Cairo terem em vista uma solução a longo prazo. Esta é a 11ª vez que Hamas violou um cessar-fogo observado por Israel, condenando ambos os lados a um contínuo sofrimento. O Hamas é o único responsável pelo fim do cessar-fogo e pela violência que se seguiu.


    2. A Operação "Protective Edge" pode acabar quando os seus objetivos forem alcançados: proporcionar uma paz e segurança sustentada que os cidadãos de Israel merecem; delibitar significativamente a infraestrutura terrorista do Hamas e outras organizações terroristas em Gaza. Israel vai atingir estes objetivos através de meios militares ou diplomáticos, ou através de uma combinação dos dois.


    3. Após dois meses de mentirem ao mundo, (20 de Agosto), o alto responsável do Hamas, Saleh al-Arouri, finalmente admitiu que o Hamas foi responsável pelo sequestro e assassinato dos três adolescentes Israelitas a 12 de Junho, corroborando o que Israel já havia declarado. Esta confirmação, da responsabilidade do Hamas, não só demonstra a natureza assassina desta organização terrorista, mas a falta de fiabilidade das declarações feitas pelo Hamas. O vídeo da declaração de al-Arouri pode ser visto em: https://www.youtube.com/watch?v=EW9VT66ntMg&feature=youtu.be


    4. Nos últimos três meses, o IDF e a Agência de Segurança de Israel (ISA) têm trabalhado para descobrir uma ampla infraestrutura terrorista do Hamas a operar em Jerusalém e na região da Judeia e Samaria (Cisjordânia). A rede destina-se a executar uma série de ataques mortais contra Israel, minando a segurança e a estabilidade na região e, finalmente, planeava derrubar a Autoridade Palestiniana e tomar o controlo sobre a Cisjordânia.


    5. Tal como o ISIS, o Hamas é parte de um movimento que procura impôr de forma violenta o regime Islâmico, desprovido de pluralismo e de direitos humanos básicos, especialmente os das mulheres, das minorias e dos gays. Outros grupos que fazem parte dessa família infame são a al-Qaeda, o Boko Haram, a Frente Nusra e o Hezbollah. O anti-Semitismo, bem como a hostilidade contra os cristãos, faz parte de todos esses grupos, em palavras e actos.


    6. Na passada sexta-feira (15 de Agosto), os Ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia reiteraram o seu apelo a todos os grupos terroristas em Gaza para desarmar, uma posição também fortemente apoiada pelos Estados Unidos. A desmilitarização da Faixa de Gaza é importante não só para Israel, mas para o futuro, segurança e prosperidade dos residentes de Gaza. A reabilitação e desenvolvimento de Gaza estão ligados à desmilitarização e ao desarmamento das organizações terroristas de rockets, túneis e outras ameaças.


    7. Israel prosseguirá os seus esforços para transferir ajuda humanitária para a Faixa de Gaza, desde que o cessar-fogo seja respeitado e as fronteiras não forem atacadas por rockets, como tem sido o caso nas últimas semanas.


    8. Israel aguarda a realização de um novo horizonte diplomático e reiniciar negociações de paz com um governo Palestiniano comprometido com a paz, em acabar com o terrorismo e cumprir os compromissos Palestinianos acordados previamente. Israel espera que o Presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, desempenhe, desta forma, um papel construtivo.